Alta tecnologia garantiu perfuração em seis semanas

Cenário: Henry Fountain – ESCREVEU PARA ‘THE NEW YORK TIMES’

O Estado de São Paulo – 16.10.10 – A26

Alta tecnologia garantiu perfuração
em seis semanas

Autoridades chilenas acreditavam que a perfuração do poço de salvamento levaria quatro meses. No fim, foram necessárias cerca de seis semanas. Uma razão para a diferença na previsão foi que o Chile não estava  familiarizado com o tipo de furadeira que perfurou o túnel.
A Center Rock, a empresa americana de Berlin, Pensilvânia, que forneceu as perfuratrizes do Plano B,
pressionou o governo chileno para permitir o uso de perfuradoras conhecidas como “downhole hammers”, que têm brocas movidas a ar que socam a rocha enquanto gira. As outras duas operações, Planos A e C, usaram brocas convencionais que trabalham somente com rotação.
A geologia da região – rocha vulcânica dura com outros minerais extremamente duros –
favorecia o equipamento do Plano B, disse Maurice Dusseault, professor de geologia na Universidade de Waterloo, no Canadá.O esforço foi ajudado também pelas condições secas encontradas no subsolo do Atacama, um dos desertos mais secos do mundo. Agora que viram como a tecnologia funcionou,
os chilenos devem incorporá-la em suas operações de mineração para perfurar poços de ventilação e outros túneis. Eles ficaram muito gratos, disse ele, “nos agradecendo por convencê-los a nos deixar usar essa tecnologia.” /TRADUÇÃODECELSO M. PACIORNIK

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São Paulo - Brasil
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